A Arma Silenciosa do 'Therapy Speak' nos Relacionamentos Você já se sentiu encurralado(a) em uma discussão? Não por gritos ou acusações diretas, mas por um muro de palavras que soam... corretas demais. Termos como "limites", "gatilhos", responsabilidade afetiva e "espaço" são jogados na mesa, não como pontes para o entendimento, mas como sentenças finais. Você tenta argumentar, expressar sua dor, e a resposta é um clínico e frio: "Estou apenas comunicando meus limites" ou "Você está ativando meus gatilhos, não posso continuar essa conversa". E então, o silêncio. Um silêncio que ecoa com uma dúvida paralisante: será que o problema sou eu? Será que sou a pessoa tóxica por não entender a "linguagem da cura"? Se essa sensação lhe é familiar, quero que respire fundo. Você não está sozinho(a). E, mais importante, você pode não estar errado(a). Bem-vindo(a) ao campo de batalha m...